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 M21 Global - Dicas sobre Gestão e Tradução

9 hábitos a eliminar da sua vida para que 2017 ainda seja um ano de sucesso

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Que tal abandonar velhos hábitos e terminar bem o ano?

No início de cada novo ano, a maioria das pessoas faz uma lista de desejos das coisas que deseja realizar. Poucas, contudo, serão realizadas até dezembro. Uma a uma, a maioria das resoluções serão abandonadas ao longo do ano – ou, em muitos casos, ainda em janeiro.

Empresários, tradutores e outros profissionais conseguirão ser mais felizes se abandonarem alguns maus hábitos que os prejudicam, diminuem a sua produtividade e os impedem de obter sucesso e satisfação pessoal.

1. Abuso das redes sociais e (ainda pior) a sua utilização durante o dia de trabalho
As plataformas de redes sociais são a principal causa da procrastinação no local de trabalho. Perder-se entre posts do Facebook pode até ser divertido, mas conduz à inoperância e é dispersivo. Não entre no Facebook, Instagram, Twitter e outras redes sociais fora do período de lazer. Desligue também as notificações do telemóvel. Se alguém tiver uma urgência inadiável em contactá-lo irá telefonar-lhe e não enviar-lhe uma mensagem.

2. Não seja multitarefa
Um estudo feito na Universidade do Utah, nos Estados Unidos, mostra um resultado bastante surpreendente: apenas 2% das pessoas pode, de facto, realizar mais do que uma tarefa ao mesmo tempo. De acordo com a pesquisa, o cérebro dos chamados “supertasking” é diferente dos outros 98% da população. Desta forma, se a probabilidade de fazer parte do grupo daqueles que realmente conseguem trabalhar em multitarefa é pequena, então não tente. Quando quiser concentrar-se no que tem a fazer, feche todas as janelas de browsers e aplicações no seu computador, com exceção daquelas que efetivamente necessita para realizar a tarefa em mãos.

3. Nada de comparações
Não é possível ganhar o jogo das comparações. Haverá sempre alguém mais inteligente, mais bonito, mais rico e [aparentemente] mais feliz. O profissional deve ser capaz de se focar em si mesmo, nos seus objetivos, saúde e estado de espírito.

4. Acabe com as reclamações
De facto, não vale a pena estar constantemente a reclamar por tudo e por nada e de todos os males do mundo. Fique atento às palavras que diz. Estas não só o afetam a si bem como às pessoas ao seu redor. Quanto mais coisas positivas são ditas, mais coisas positivas acontecem. O profissional deve ser optimista.
Algum cepticismo é sempre bom, mas o pessimista não muda o mundo, não motiva as os outros, nem tem ideias inovadoras. O pessimismo só faz com que as pessoas ao redor do pessimista se sintam em baixo.

5. Não perca tempo com pessoas negativas
Se determinadas pessoas não o amam nem o apoiam então tire-as da sua vida. A ideia, contudo, não é procurar o confronto, mas, sim, deixar de estar disponível. Estas pessoas não irão notar a sua menor disponibilidade, pois estão muito focadas em si mesmas.

6. Livre-se de reuniões longas e desnecessárias
Menos reuniões significam maior produtividade. Marque a reunião, exponha as suas ideias, trate dos pontos da agenda e vá fazer o que precisa de fazer. As reuniões precisam de ser produtivas. Crie uma agenda para cada reunião com os tópicos que precisam de ser abordados. Enquanto verifica os assuntos, peça também aos seus colegas que digam em que tarefa estão a trabalhar e o que já concluíram. Funciona melhor e reduzirá em metade o tempo gasto em reuniões.

7. Perca o hábito da autossabotagem
Muitos profissionais vivem a vida a ouvir aquela voz na cabeça que constantemente diz “eu não sou suficientemente bom” ou “eu não sou capaz”. É preciso largar esse hábito e estimular outro, que o mantenha produtivo. Trabalhar, fazer exercício e contribuir de forma positiva para a sociedade podem ser alguns dos hábitos que o podem tornar mais feliz, completo e bem-sucedido.

8. Não se gabe de objetivos que ainda não foram cumpridos
Numa conferência da TEDGlobal em 2010, o empresário Derek Sivers explica esta ideia: quando alguém anuncia ao mundo os objetivos que quer alcançar, o cérebro entende que esses objetivos já foram alcançados. Isto implica que o esforço e o foco necessários para os atingir serão menores.

9. Preocupe-se apenas com o que está sob o seu controlo
Se é um empresário lembre-se que existe um sem número de variáveis que estão fora do seu controlo. Não adianta passar noites acordado e preocupado com o que não é possível resolver. É um desperdício de tempo, energia e recursos. Podemos controlar apenas aquilo que comemos, o que pensamos e o que fazemos.

Em vez de nos focarmos em hábitos novos que vamos adquirir ou objetivos novos que vamos prosseguir, focarmo-nos naqueles hábitos que nos estão a prender e a impedir que sejamos melhores, e tentar lentamente mudá-los e eliminá-los da nossa vida, pode ser mais produtivo. Faltam ainda 5 meses para o final do ano. Se conseguirmos evitar prosseguir com algum destes hábitos negativos, já teremos um ano bem sucedido, e mais de acordo com as nossas expectativas.

[Veja também: https://www.inc.com/chris-dessi/17-bad-habits-you-need-to-kill-in-2017-to-be-more-successful.html]

Não adie conversas difíceis

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Permitir que uma situação que deve ser resolvida se arraste no tempo, ao evitar ou atrasar uma conversa difícil, pode prejudicar o clima no local de trabalho. Comportamentos indesejados podem-se perpetuar no tempo, solidificando atitudes, contagiando outros colaboradores e tornando a conversa, que inicialmente até poderia ser fácil, tornar-se cada vez mais difícil.

Vá directo ao assunto.
Depois dos cumprimentos e manifestações de interesse pela outra pessoa, no início da conversa, para criar um bom clima, aborde o assunto sem rodeios.
Não rodeie as questões nem tenha pressa. Apresente os factos ou a situação a esclarecer. Não mostre uma atitude de julgador.
Este estilo de comunicação é mais aberto e menos ameaçador.

Trate o seu interlocutor como este gosta de ser tratado.
Existe a velha máxima de que devemos tratar os outros como gostaríamos nós próprios de ser tratados. Mas as pessoas não são todas iguais, e nem todos os estilos de comunicação são iguais para todas as pessoas. O que é importante para si pode não ser importante para o outro e, igualmente, detalhes que para si não têm importância podem ser vitais para a outra pessoa. Tenha em consideração a pessoa que está à sua frente, e tente perceber qual o estilo de comunicação que é mais eficaz com ela. Trate-a como ela gostaria de ser tratada.

Numa conversa difícil a emoção predomina.
A outra parte pode ter ou julgar que tem razão e deve por isso ter a oportunidade de expor o seu ponto de vista. Não assuma que está 100% certo nas suas convicções nem que a outra pessoa está 100% errada. Ainda que discorde do que é dito, em vez de o negar de imediato, faça perguntas de modo a obrigar a outra parte a reflectir e dar-lhe tempo (a si) para as respostas apropriadas.

Quando há discordâncias deve estar preparado para ouvir, fazer perguntas de esclarecimento e só depois se preocupe em falar.
Não precisa de falar muito, sendo até mais importante ouvir para conseguir compreender e desmontar o ponto de vista do seu interlocutor. Mostre-se atento ao que está a ser dito e encoraje a outra parte a desenvolver o seu pensamento. Faça perguntas abertas que não possam ser respondidas com sim ou não. Verifique que ambos estão a compreender-se mutuamente, reformulando o que foi dito para confirmação por cada parte.

Acima de tudo não evite as conversas difíceis só porque antecipa que poderão ser desagradáveis. Espere o melhor cenário possível, mas prepare-se para o pior.

(Veja também https://hbr.org/2017/05/how-to-have-difficult-conversations-when-you-dont-like-conflict).

Gestão e Tradução: Perigos no uso de Wi-Fi Pública

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Em toda a parte encontramos “Wi-Fi gratuita”: nos hotéis, nos restaurantes e noutros espaços públicos. Geralmente são-nos entregues os dados para acesso na receção. Outras vezes isso não é possível (aeroportos, centros comerciais, etc.), e os dados são-nos fornecidos diretamente na página do serviço de Wi-Fi gratuita.

Em qualquer dos casos não estamos seguros:

Um pirata de dados sentado nas proximidades, sem computador à vista, pode estar a emitir um sinal mais forte com o nome da rede a que se pretende ligar. Ou pode intercetar a ligação Wi-Fi.

Segundo um estudo publicado na Harvard Business Review, o objetivo principal dos piratas nos EUA é o roubo de dados financeiros e a espionagem económica. E também o roubo de outros dados comprometedores se divulgados.

Alguns conselhos:

• Não use Wi-Fi pública para compras online, uso da banca online ou ao inserir os seus dados de acesso em qualquer site ou plataforma;

• Use uma rede privada virtual (VPN), para criar uma rede dentro de uma rede, mantendo toda a informação trocada encriptada;

• Implemente a autenticação de dois níveis (cartões matrizes, receção de SMS, etc.) ao fazer login em sites confidenciais, porque, mesmo que um pirata já tenha os seus dados de acesso não possui os dados adicionais;

• Visite somente sites seguros (HTTPS) quando em locais públicos, em oposição a endereços HTTP menos protegidos;

• Desative a funcionalidade de conectividade Wi-Fi automática no seu telefone, para que não busque automaticamente hotspots;

• Desligue a função Bluetooth quando estiver em locais públicos para impedir a interceção;

• Use de preferência a banda larga móvel (3G ou 4G) em espaços públicos.

• Se é tradutor freelance e foi trabalhar fora para “espairecer” não envie a sua tradução para ninguém utilizando essas redes gratuitas, principalmente, se o texto a traduzir contiver nomes de empresas, “press releases” e outros dados confidenciais que não podem ser divulgados antes de tempo.

Embora Portugal não seja um alvo prioritário, há sempre alguém a tentar obter ganhos sem esforço, e quando viajar redobre de cuidados e não confie na Wi-Fi do seu hotel, mesmo de luxo (o alvo mais comum).

O que é uma tradução certificada?

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Ao contrário de outros países, em Portugal não existe a figura de tradutor certificado. As traduções certificadas são assinadas por um tradutor, sendo a sua assinatura certificada em advogado ou notário.

Em Portugal uma tradução certificada, para utilização exclusiva em Portugal, é constituída pelas seguintes três partes:

1) O documento ou texto na língua original.

2) O texto traduzido na língua de destino.

3) Uma declaração assinada pelo tradutor, com a sua assinatura, certificada por um advogado ou notário, em que o tradutor declara sob compromisso de honra que a tradução foi efetuada por si, e que esta é fiel à versão original do documento.

Uma tradução certificada em Portugal para ser utilizada num país estrangeiro, contém igualmente a Apostila de Haia. A Apostila de Haia é uma formalidade na qual a Procuradoria Geral da República certifica a autenticidade dos atos públicos (neste caso a certificação de tradução emitida por advogado ou notário) emitidos em Portugal. Os países que aceitam a Apostila de Haia são apenas aqueles que tiverem ratificado ou aderido à Convenção de Haia. O site da Conferencia de Haia contém a lista atualizada dos países signatários e aderentes: http://www.hcch.net/instruments/conventions/?cid=41.

Convém relembrar que da tradução certificada fazem parte todos os documentos mencionados acima, e que nenhum destes documentos pode ser retirado, sob pena de a tradução certificada perder a sua validade. Isto significa que se desejar solicitar a tradução de um documento original que preveja no futuro necessitar para outros fins, então convém não apresenta-lo para a tradução, mas sim uma fotocópia certificada do mesmo. Exemplos de documentos nestes moldes são uma Certidão de Nascimento, um Diploma de Curso, declarações médicas, entre outros. Em suma, todos aqueles documentos que são difíceis ou impossíveis de voltar a obter, ou cujo o custo da sua obtenção o torne impraticável.

Contacte-nos se tiver mais dúvidas em relação às traduções certificadas: info@m21global.com.

99% dos clientes satisfeitos!

No âmbito do processo de melhoria continua da M21 Global, começámos no inicio de Março de 2016 a enviar automaticamente a todos os clientes um questionário de satisfação, após a conclusão e entrega dos trabalhos de tradução.

O questionário tem quatro perguntas base:

1. Qual o seu grau de satisfação com os nossos serviços em geral?

2. Qual a probabilidade de recomendar os nossos serviços a um colega ou amigo?

3. Qual o seu grau de satisfação em relação ao atendimento recebido?

4. Qual o seu grau de satisfação em relação ao serviço de tradução efetuado?

Enviámos cerca de 300 questionários entre os dias 1 de março e 2 de Junho de 2016, e recebemos 58 respostas. Ou seja, uma amostra de cerca de 20% de todos os clientes deste período, o que nos leva a crer que o resultado pode ser extrapolado para a totalidade do universo dos nossos clientes.

Se tivermos igualmente em consideração que é mais provável que um cliente pouco satisfeito dê a sua opinião do que um cliente muito satisfeito, então estes números assumem dimensões realmente fantásticas, o que nos deixa muito satisfeitos.

Os clientes que responderam podem ser caracterizados da seguinte forma:

  • Empresas Estrangeiras e/ou Multinacionais 45%
  • Empresas Portuguesas Lda. 22%
  • Empresas Portuguesas S.A. 14%
  • Entidades Públicas 7%
  • Clientes Particulares 7%
  • Escritórios de Advogados 5%

 

E os resultados às 4 perguntas foram os seguintes:

 

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Não perca tempo quando pede uma tradução

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1 – Está a perder tempo se não se identificar - Um pedido não identificado gera dúvidas e implica mais um telefonema ou um e-mail a que tem de responder, o que atrasa todo o processo. É vantajoso identificar-se logo à partida, pois só assim podemos oferecer um orçamento à sua medida. Envie o seu nome ou o da entidade para a qual trabalha, morada, contacto mais direto e NIF, de modo a que seja possível fazer o registo do orçamento. Não perca tempo, IDENTIFIQUE-SE.

2 – Está a perder tempo se não referir a língua de destino - Pode ser um lapso, puro esquecimento ou porque pretende traduzir sempre para a mesma língua, mas quem recebe o seu pedido não o sabe. Lembre-se de que trabalhamos com dezenas de combinações linguísticas em simultâneo. Não perca tempo, INDIQUE A LÍNGUA DE DESTINO.

3 – Está a perder tempo se não disser qual o prazo real que tem - Precisa da sua tradução para ontem e, por essa razão, faz a menção de que a mesma é muito urgente? Refira a data de entrega em que precisa realmente do trabalho. Pedir prazos desnecessariamente curtos não o ajuda, só complica e encarece a tradução. Ao indicar o prazo de que dispõe permite-nos entregar-lhe o serviço mais eficaz. Não perca tempo, INDIQUE O SEU PRAZO REAL DE ENTREGA.

4 – Está a perder tempo se não enviar o conteúdo para tradução - Um pedido em que refere apenas o número de páginas, de linhas ou de palavras para tradução não é orçamentável. Necessitamos de analisar o texto a traduzir. Num orçamento, há vários fatores que influenciam o preço final, como a dimensão do texto, a complexidade do tema, o grau de especificidade técnica ou até o formato em que é entregue. Se tem o documento no formato original que lhe deu origem, por exemplo Word ou InDesign, não nos envie um PDF. Poupe tempo e dinheiro, ENVIE O FICHEIRO EM FORMATO EDITÁVEL.

5 – Está a perder tempo se não esclarecer as nossas dúvidas – Ao fazer o seu pedido, tente inteirar-se do processo de tradução. O trabalho passa por diversas fases, não é simplesmente mudar o texto para outra língua. Não considere como excêntricos os pedidos da empresa de tradução, tais como a necessidade da adjudicação por escrito, entrega de um glossário dos termos usados na sua empresa, ou o contacto de quem pode esclarecer dúvidas. Facilitam e agilizam o nosso trabalho, e contribuem para uma tradução com a melhor qualidade. Não perca tempo, RESPONDA ÀS NOSSA SOLICITAÇÕES.

Uma mente dispersa não é uma mente feliz

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Um estudo realizado por psicólogos da Universidade de Harvard revelou que as pessoas passam 47% das suas horas de vigília a pensar em algo diferente daquilo que estão a fazer e que essa dispersão da mente torna-as infelizes.

"A habilidade de pensar sobre o que não está acontecendo é uma conquista cognitiva que tem um alto custo emocional" dizem os autores Killinsworth e Gilbert, os psicólogos de Harvard que conduziram o estudo.

Ao contrário de outros animais, os seres humanos gastam muito tempo a pensar sobre o que não está acontecendo ao seu redor: contemplando eventos que aconteceram no passado, podem acontecer no futuro, ou podem nunca acontecer.

As pessoas são mais felizes no ato do amor, ao fazer exercícios, ou a conversar. São menos felizes quando descansam, trabalham, ou usam um computador em casa.

"O nível de dispersão da mente é um excelente preditor de felicidade das pessoas" dizem os autores que a frequência com que as nossas mentes abandonam o presente, e para onde vão, é um melhor indicador da infelicidade, do que as atividades que estamos de facto a desenvolver.

O estudo mostra que a divagação mental é geralmente a causa, e não a consequência, da infelicidade.

"Muitas tradições filosóficas e religiosas ensinam que a felicidade pode ser encontrada vivendo o momento presente, e os profissionais são treinados para resistir à divagação da mente e ‘estar aqui agora’. Estas tradições sugerem que uma mente dispersa é uma mente infeliz", segundo os autores.

A crescente prática de disciplinas orientais tais como o Yoga e a Meditação corresponde certamente a uma necessidade interior das pessoas.

Este novo estudo sugere, segundo os autores, que estas práticas estão corretas.

Mas como podemos treinar as nossas mentes para estarmos mais presentes?

Fazer de cada dia um compartimento estanque. Remoer o passado ou preocupar-se com o futuro é completamente inútil. Pense no futuro apenas quando precisar de fazer planos. Registe o plano e siga-o enquanto se mostrar apropriado. Se o plano se tornar inadequado com o tempo, reformule-o. Faça planos, mas não se preocupe. Note que a palavra preocupação quer dizer “pre-ocupação” (do latim praeoccupatiōne-, «ocupação prévia».).

Viva o momento presente. Se está a conduzir, observe os sinais, a sua velocidade, a distância ao carro da frente e manobre com atenção. Não vá a pensar na reunião que vai ter, nem no que aconteceu antes de sair de casa. Ouça música e não noticiários. Coloque um CD relaxante.

Quando quiser ficar a par do que se passa, ouvindo notícias ou lendo o jornal, então faça isso, mas apenas isso.

Se está com pessoas concentre-se nelas e na conversação que está a ter. Não esteja ausente.

Antes de chegar ao trabalho, por exemplo no carro quando estacionar, ou a caminho no comboio, tente passar 10 minutos a prestar atenção ao momento presente. Feche os olhos, descontraia-se, e sentado com uma postura direita, foque-se na respiração. Inspire, e expire, inspire e expire. Se for caso disso, conte até 10 com cada um destes movimentos. Vai reparar que um sem número de vezes a sua mente vai estar distraída seguindo um pensamento qualquer. Quando reparar que está distraído, volte a focar-se na respiração. Acima de tudo não se preocupe se a sua mente se estiver sempre a distrair, aprecie estes momentos de calma e concentração.

Defenda-se do email: trate o email como o correio clássico: só chega uma vez por dia. Não leia o email repetidamente (exceto se o seu trabalho for baseado no email recebido). Não fique às ordens.

Ao longo do dia, tente manter a sua atenção no momento presente e nas tarefas que está efetivamente a executar, e naquilo que efetivamente está a acontecer no seu dia. Tente tirar momentos em que para, respira fundo, e se foca no momento presente. Depois de almoço, experimente colocar um alarme no seu telemóvel para apitar uma vez a cada hora. De cada vez que o telemóvel apitar, pare o que está a fazer e concentre-se na respiração durante um minuto. Mantenha a mente focada na respiração (“no momento presente”).

Finalmente, ao final do dia, depois de sair do trabalho e a caminho de casa, volte a parar durante 10 minutos. Desligue o rádio e o telefone, e durante este período simplesmente esteja presente. Deixe que todos os pensamentos que aparecem passem e fluam. Foque-se na sua respiração. Assim vai libertar-se do stress do dia no trabalho, e pode preparar-se para regressar a casa e estar de facto presente com a sua família.

Empresas e Negócios

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Temos os recursos técnicos e humanos necessários à criação de excelentes traduções com qualidade ímpar. No tema Empresas e Negócios, para dar o exemplo de um tema recorrente, já traduzimos mais de 50 milhões de palavras com destaque para as áreas jurídica, fiscal, económica, financeira e administrativa, em mais de 25 línguas...

Além das línguas tradicionais: portuguesa, inglesa, francesa, espanhola e alemã, traduzimos também para todas as línguas da união europeia, tal como por exemplo o italiano, o flamengo ou o dinamarquês. Traduzimos também para russo, árabe ou chinês.

Os clientes que se lançam na internacionalização e dezenas de startups têm-se apoiado na M21 Global, recebendo um serviço de qualidade superior, pagando menos. Oferecemos todos os serviços de tradução escrita, reescrita (copydesk), provas finais para artes gráficas, para os mercados nacional e internacional, estudos de mercado e angariação de contactos estrangeiros, e damos igualmente apoio ao import/export, em todas as suas vertentes.

Internet

O website da sua empresa é hoje a sua montra e, cada vez mais, o seu ponto privilegiado de venda. É importante que o Website transmita a mensagem apropriada nas línguas importantes do negócio e seja funcional, intuitivo e fácil de usar. O site deve ser preparado, logo na sua criação, para ser encontrado na primeira página de resultados das máquinas de busca (SEO). Um website que não é encontrado é um website invisível. Um website invisível é um website que não vende, acumulando prejuízos.

Um website invisível é também aquele que só está em português. Cada vez mais residentes em Portugal têm uma outra língua materna que não a portuguesa. [nota ao tradutor, alterar residentes em Portugal para Reino Unido, Espanha, França ou Alemanha, e a respetiva língua nativa]. A tradução do seu website para as principais línguas não encarece substancialmente o seu custo, e traz-lhe retornos imensuráveis de visibilidade em novos mercados.

Com a M21 Global a internacionalização será mais efetiva e económica! Será sobretudo de melhor qualidade!

Qual é o serviço de tradução que melhor serve os seus objetivos?

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Para atingir um dado objetivo uma empresa ou um particular pode necessitar de uma tradução. Vivemos num mundo global, em que o nosso cliente, o nosso fornecedor, o nosso parceiro, enfim, o nosso interlocutor pode falar uma língua estrangeira.

São muito e variadas as finalidades de uma tradução, por exemplo, sem sermos exaustivos, mas dando exemplos das necessidades que nos são apresentadas todos os dias:

  • catálogo para clientes finais (B2C, targets individuais – decisões de baixo risco);
  • catálogos para clientes empresariais (B2B, targets coletivos – decisões com maior risco);
  • especificações técnicas;
  • manuais técnicos (para profissionais) ou manuais para o utilizador (consumidor final);
  • pedidos de autorização para introdução de medicamentos ou testes de novos medicamentos;
  • contratos (finais ou documentos de trabalho);
  • demandas judiciais;
  • publicidade;
  • relações públicas;
  • newsletters;
  • publicação em jornais generalistas ou em revistas profissionais ou científicas;
  • publicação em livro;
  • publicação no website da empresa ou em redes sociais;
  • otimização do conteúdo de websites nas máquinas de pesquisa (SEO);
  • propostas para concursos;
  • CV de colaboradores;
  • documentos pessoais ou empresariais;
  • certidões;
  • relatórios de contas;
  • etc., etc. ...

A finalidade e o valor do resultado pretendido determinam o nível de serviço, o estilo a utilizar, se há necessidade de reescrita, se é necessária edição gráfica final, e outros.

Antes de contratar a empresa de tradução deve certificar-se de que esta cumpre os requisitos para lhe proporcionar o serviço requerido. A quantidade de prestadores de serviços de tradução no mercado é elevada, e muitos afirmam prestar um serviço que não estão aptos a fornecer. Adquirir experiência, conhecimentos técnicos, recursos tecnológicos e bases de dados terminológicas, assim como formar recursos humanos exige elevados investimentos e tempo.

A M21 Global oferece o serviço mais apropriado, ao melhor custo para cada finalidade. Estamos presentes no mercado há 10 anos, tendo traduzido mais de 60 milhões de palavras nas mais diferentes áreas, com variados objetivos.

A nossa empresa cumpre a Norma de Qualidade ISO 17100, específica da atividade de tradução.

Ao pedir uma tradução especifique sempre a sua finalidade, o prazo mais realista que deseja (prazos desnecessariamente apertados induzem custos mais elevados e inviabilizam o serviço mais apropriado), e quaisquer outras especificações únicas da sua empresa e da sua realidade.

Ao contratar connosco a sua tradução pode dormir descansado. Nem a sua empresa nem a sua posição ficarão em risco.

Se tiver dúvidas sobre a tradução ou se achar que não satisfaz a sua especificação, nós esclarecemos as suas dúvidas ou refazemos o trabalho até ficar satisfeito, sem custos adicionais. O nosso serviço pós-venda só termina quando o cliente achar que este pode terminar.
Estamos aqui para si. Entre hoje em contacto connosco para lhe apresentarmos as propostas mais adequadas.

Alinhe connosco!

O QUE É A NOVA NORMA DE TRADUÇÃO ISO 17100

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Esta norma que substitui a norma europeia EN15038 foi publicada a 1 de maio de 2015 e especifica novos requisitos para os serviços de tradução: ISO 17100: 2015. O facto de a norma europeia ser a base da nova norma internacional demonstra a validade da EN 15038 e é também um sinal de que esta norma foi bem recebida por todos os interessados, fornecedores e clientes.

A norma apresenta os requisitos necessários para a prestação de um serviço de tradução de alta qualidade. Quais foram então as principais alterações introduzidas?

  • A nova norma fornece uma lista alargada de quarenta e duas definições relativas a diferentes conceitos relacionados com serviços de tradução, o fluxo de trabalho da tradução e da tecnologia utilizada, o controlo do processo de tradução, etc.
  • Considera também as ferramentas e sistemas de TI como suporte ao processo de tradução. De acordo com a norma, os tradutores e revisores, bem como prestadores de serviços de tradução devem ter o conhecimento e os recursos necessários para serem capazes de realizar as tarefas técnicas exigidas pelo projeto de tradução.
  • Faz a distinção entre vários tipos de revisão: verificação, revisão, revisão especialista, revisão de provas e verificação final. A verificação consiste na auto-revisão global da tradução feita pelo tradutor antes da entrega. A revisão é obrigatória e deve incluir uma comparação bilingue entre os idiomas de origem e de destino. A revisão especialista é uma revisão monolingue da língua-alvo por um especialista, que não necessariamente tradutor. A revisão de provas (proofreading) é uma revisão final antes da impressão. O gestor de projeto deve, em seguida, realizar a verificação final para confirmar que todas as especificações foram cumpridas.
  • O perfil do gestor de projeto de tradução é definido pela norma ISO 17100: 2015 como responsável por todos os aspetos do processo de produção, sendo que os passos que devem ser levados a cabo na gestão de um projeto de tradução são também especificados.
  • Estabelece ainda os processos e as fases de um projeto de tradução. Faz a distinção entre pré-produção, produção e processos de pós-produção, bem como proporciona a composição de cada uma das atividades envolvidas em cada fase.

A nova norma inclui seis anexos informativos com sugestões, tais como especificações contratuais, tecnologias de tradução ou registos de gestão e relatórios. A partir da data da sua publicação, as organizações devem ser certificadas de acordo com a ISO 17100: 2015.

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Sobre Nós

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  • Uma das melhores empresas de tradução empregando exclusivamente tradutores nativos nas áreas da tradução técnica e jurídica , que são especialistas em variados domínios técnicos.

Pensamento

A gestão, a comunicação e a tradução estão de mãos dadas. O gestor não pode comunicar da mesma maneira com pessoas distintas. Deve adaptar o discurso ao destinatário. Isto deve ser encarado como a forma mais elaborada de tradução.